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sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Pijama GLS

O Pijama GLS
Não ter vergonha dos erros que cometeu, das cabeçadas, das mancadas, das pessoas com quem andou, da família, da sua idade, aparência, cor, opção sexual, sonhos, da sua própria vida. Praticar o exercício de falar a verdade, de abrir sua vida e contar sua história. Ter coragem de assumir tudo que seja realmente seu, seja bom ou ruim e sentir orgulho de tudo isso, porque isso resume o que somos.
Acho que por este motivo resolvi escrever. Me encarar de frente, desde o começo, me conhecer melhor, reviver fatos e emoções que estão aqui em algum lugar guardados, que fizeram de mim o que sou, que formaram a minha personalidade.

sexta-feira, 23 de março de 2012

ANJO, Dois Destinos

ANJO, Dois Destinos
Há um sol lá fora agora, que parece me convidar para fugir para algum campo ou praia... A euforia do trabalho hoje está tão estressante que mal posso apreciar a paisagem que este dia traz.
Incrível como nossas vidas, se bem analisadas, sempre estamos correndo em busca de alguma coisa para melhorar algum ponto crítico de nossa personalidade, seja esse o amor, o lado financeiro, a amizade...
Terminei um namoro fazem já 7 dias. Minha vida está uma confusão danada. "Quero me encontrar, mas não sei onde estou (...)"
Sou um garoto meio complicado, que por diversas vezes, perdi grandes chances de me dar bem, por puro medo, ou falta de iniciativa própria. Considero-me um cara de muita sorte, mas ao mesmo tempo, de puro azar por sempre ter as coisas que nunca quis. É estranho dizer o que penso, as vezes, me torno incompreensível, talvez, um dia, me transforme num cara de sucesso e é o que, neste momento preciso.

sábado, 17 de março de 2012

O Diário secreto de Joey

O Diário secreto de Joey
Meu nome é Joey, sou estudante, tenho 16 anos, e moro em Miami com minha mãe Rose...
No dia que eu conheci minha primeira namorada, eu me apaixonei perdidamente pelo seu irmão, com quem vivi os melhores momentos da minha vida. Ele foi o primeiro cara que eu tive, e até hoje sou perdidamente apaixonado por ele. Seu nome é Ian, e essa é a nossa estória...
Eu estava na festa da Cindy, uma garota da escola, com meu amigo Greg, que me disse que a Claire era caída na minha, e deu um jeito de nos apresentar:
GREG: Então, esse é meu amigo Joey...
CLAIRE (sem graça): Oi... Joey...
GREG: Bom, é melhor deixar os dois a sós...
Greg saiu de perto, enquanto eu e a Claire ficamos frente a frente, muito tímidos...
EU: Então... você é a famosa Claire né?
CLAIRE: E você o famoso Joey? (risos)
- Eu famoso? Porque? O que sabe de mim?

Cueca Box


Bom, vou começar me apresentando. Me chamo Henrique, tenho 21 anos, sou branco, tenho cabelos e olhos claros, mas to longe de ser um loiro rs; me considero um cara bonito, na verdade acho que todo mundo no fundo tem seus encantos, e eu sempre acreditei nos meu poderes, rs. Sou um cara de bem com a vida, sem grandes preocupações e vivo uma vida normal, regada a grandes amizades, baladas, amassos aqui e ali. Trabalho durante o dia, sou técnico em manutenção de PCs a noite. Vou contar agora um pouco da minha vida e o mais importante o que vem acontecendo comigo há algum tempo.
― Bom dia! ― O Fernando passa por mim e me cumprimenta; penso que meu dia será muito bom, já que logo cedo dou de cara com o ele.

A Casa do Começo da Rua

A Casa do Começo da Rua
Lá estava Eduardo, sentado na mesa da copa, tremendo e babando de tão fulo que se sentia. Raiva pura. Sabe quando bate o mau humor destampado e não tem jeito de desamarrar a cara? Pois é, igualzinho ao que Eduardo experimentava, imprecando sentado. E as palavras iam de “bastardo” até “diabo”.
A mãe do rapaz também estava na mesa.
Ela num canto e ele no outro.
A mulher, que beirava os cinqüenta anos, conservara muito de sua beleza juvenil e aprendera a ser paciente também. Pelo menos disso ela poderia tirar vantagem agora, Eduardo parecia estar impossível e ela sabia que se seu filho chegasse em casa desse jeitinho e fosse direto sentar-se na mesa da copa como havia feito, voando feito um furacão, passando, destruindo, arrasando e ignorando tudo pelo caminho, era sinal evidente de que algo não estava bem. Desde pequenino ele tinha esse gênio forte.
E ela, a mãe, teria que escutar horas e horas de lamentação.
Tempestade na certa.
E o garoto bufava agora:
- Foi ele mãe!!! Foi ele!!! Foi aquele cachorro! Maldito! Ai que ódio! Juro que um dia eu ainda me vingo daquele desgraçado! Se eu o pego de jeito... ah! Ele vai ver só! Torço o pescoço do infeliz e quero ver! – Eduardo tremia de raiva. Tinha o rosto tão vermelho que poderia ser confundido com um veranista descuidado. Seus braços estavam cruzados, como uma criança que faz birras, carantonhas e depois emburrou