Atormentada
Às vezes, quando eu sonho, o pior momento da minha vida acontece outra vez. É nessa hora que eu tenho a chance de fazer as coisas de modo diferente.
Quando vejo a fumaça de onde estou, na praia, não fico ali como uma estátua, me perguntando se
estou sonhando. Em vez disso, eu corro pela areia até a colina rochosa, machucando os pés nas brasas e no mato. Colunas de fumaça saem das janelas do chalé, entupindo a minha garganta. Apesar da chuva constante, as chamas alaranjadas crepitam e lambem as paredes. Meu rosto queima. Eu sinto minha pele derretendo.
Às vezes, quando eu sonho, o pior momento da minha vida acontece outra vez. É nessa hora que eu tenho a chance de fazer as coisas de modo diferente.
Quando vejo a fumaça de onde estou, na praia, não fico ali como uma estátua, me perguntando se
estou sonhando. Em vez disso, eu corro pela areia até a colina rochosa, machucando os pés nas brasas e no mato. Colunas de fumaça saem das janelas do chalé, entupindo a minha garganta. Apesar da chuva constante, as chamas alaranjadas crepitam e lambem as paredes. Meu rosto queima. Eu sinto minha pele derretendo.
