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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

Contos Dos Caçadores Das Sombras
Depois de viver como um mundano e um vampiro, Simon nunca pensou que se tornaria um Caçador de Sombras, mas hoje ele começa sua formação na Academia. Simon Lewis foi muitas coisas. Um mundano. Um vampiro. Um herói. Mas não se lembra de nada disso. Suas lembranças das aventuras com Clary, Isabelle e o resto dos Caçadores de Sombras de Nova York foram apagadas por um demônio, e agora Simon está ansioso para recuperar essa parte de si mesmo. Mas ele conseguirá de volta o que perdeu? É isso mesmo o que ele quer?

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

1º P.I. 01 - Anjo Mecanico
Na Londres vitoriana, a protagonista Tessa Gray, uma adolescente de 16 anos conhece o mundo dos Caçadores de Sombras quando precisa se mudar de Nova York para a Inglaterra depois da morte da tia.
Quando chega para encontrar o irmão Nathaniel, seu único parente vivo, ela descobrirá que é dona de um poder que capaz de despertar uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das forças do submundo.
Tessa entra em um mundo habitado por vampiros, lobisomens, bruxos, dentre outros seres míticos, e acaba vivenciando uma aventura macabra. Os Caçadores de Sombras são os únicos a combaterem essa legião de seres sobrenaturais, e tentam a todo custo apaziguar a situação. 

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

1º P.I. 02 - Principe Mecanico
"Eu gostaria que você soubesse que é o último sonho da minha alma.. . . Desde que eu te conheci, eu tenho sido incomodado por um remorso que pensava nunca ter novamente, tenho ouvido sussurros de vozes antigas me impulsionando a seguir em frente, que eu achava que estavam em silêncio para sempre. Eu tinha idéias informes de lutar de novo, começar de novo, sacudir a preguiça e sensualidade, e lutar fora da luta e abandonado. Um sonho, todo um sonho, que acaba em nada. . . . "
- Charles Dickens, Um Conto de Duas Cidades

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

1º P.I. 03 - Princesa Mecânica - Cassandra Clare
Segurei-a verdade, com ele que canta
Para uma harpa claro em tons de mergulhadores,
Que os homens podem subir em degraus
De seus eus mortos para as coisas mais elevadas.
-Alfred, Lord Tennyson, "In Memoriam AHH "

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

2º I.M. 01 - Cidade dos Ossos
Entre o agir de uma coisa horrível E o primeiro movimento, todo o intervalo é Como um fantasma, ou um sonho horrível: O gênio e os instrumentos mortais São então no conselho e o estado do homem,
Como de um pequeno reino, sofre então A natureza de uma insurreição. 
-William Shakespeare, Julius César

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

2º I.M. 02 - Cidade das Cinzas
Para meu pai, que não é mal.
Bem, talvez um pouquinho. 
Esta Amarga Linguagem 
Eu conheço suas ruas, doce cidade, 
Eu conheço os demônios e anjos que se agrupam e empoleiram-se em seus ramos como pássaros. 
Eu conheço você, rio, como se você florescesse através do meu coração 
Eu sou sua filha guerreira. 
Há letras feitas do seu corpo como uma fonte é feita de água 
Há as linguagens de coisas que você é o impresso azul e enquanto nós falamos deles a cidade levanta. 
-Elka Cloke

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

2º I.M. 03 - Cidade de Vidro
O homem nasce para a tribulação como as faíscas se levantam para voar.

Jó 5:7

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

2º I.M. 04 - Cidade dos Anjos Caídos
Existem enfermidades que andam nas trevas, e há anjos exterminadores que voam envoltos em cortinas de imaterialidade e numa natureza incomunicável; a quem nós não podemos ver, mas nós sentimos sua força e prostramos sob suas espadas.
Jeromy Taylor — “A Funeral Sermon”

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

2º I.M. 05 - Cidade das Almas Perdidas
Nenhum homem escolhe o mal por que ele é mau.
A felicidade é o seu único erro, é o bem que ele busca.
— Mary Wollstonecraft

Instrumentos Mortais & Peças Infernais

2º I.M. 06 - Cidade do Fogo Celestial
Em Deus está a glória: E quando os homens a ela aspiram,
Não passa de uma centelha do fogo celestial.
— John Dryden, Absalão e Aitofel

As Crônicas de Bane

01 - O que Realmente Aconteceu no Peru
Foi um momento triste na vida de Magnus Bane aquele em que foi banido do
Peru pelo Alto Conselho de feiticeiros peruanos. Não apenas porque os pôsteres
com sua foto, distribuídos pelo Submundo do Peru, eram horrorosos, mas porque
o país era um de seus lugares favoritos. Lá tinha vivido muitas aventuras, e
guardava ótimas lembranças, a começar pela de 1791, quando convidou Ragnor
Fell para uma animada viagem turística a Lima.
1791

As Crônicas de Bane

02 - A Rainha Fugitiva
Junho de 1791
Nas manhãs de verão, Paris tinha um cheiro do qual Magnus gostava, o que
era surpreendente, pois as manhãs de verão em Paris tinham o cheiro do queijo
que passara o dia exposto ao sol, de peixes e de suas partes menos desejáveis.
Tinha o cheiro das pessoas e de tudo o que elas produzem (e isso não diz respeito
à arte nem à cultura, mas às coisas menos nobres, que eram despejadas dos
baldes através das janelas). Mas esses cheiros eram pontuados por outros odores
que variavam rapidamente de rua para rua, de prédio para prédio...

As Crônicas de Bane

03 - Vampiros, Bolinhos e Edmund Herondale
Desde os infelizes eventos da Revolução Francesa, Magnus nutria um leve preconceito contra vampiros. Os mortos-vivos estavam sempre matando os servos das pessoas e ameaçando a vida de seus macacos, e o clã de vampiros de Paris continuava lhe mandando recados grosseiros por causa do pequeno mal-entendido que tiveram. Vampiros guardavam rancor por mais tempo do que
quaisquer outras criaturas teoricamente vivas e, sempre que ficavam de mau humor, se manifestavam por meio do assassinato. Magnus normalmente desejava que seus companheiros tivessem menos (sem duplo sentido) sede de sangue.

As Crônicas de Bane

04 - O Herdeiro da Meia Noite
1903
Magnus levou quase vinte minutos para notar o garoto que apagava todas as luzes do recinto a tiros,
mas, para ser sincero, ele se distraíra com a decoração.

As Crônicas de Bane

05 - Ascensão do Hotel Dumort
Fim de setembro, 1929
Imediatamente Magnus avistou a pequena vampira sedutora. Ela estava atravessando a multidão e parou por um instante para uma rápida dancinha perto da banda. Tinha cabelos perfeitamente cortados na altura do queixo, pretos e brilhantes com uma franja lisa, exatamente como Louise Brooks. Trajava um vestido azul vibrante com contas delicadas que desciam até os joelhos.

As Crônicas de Bane

06 - Salvando Raphael Santiago
Foi uma onda de calor violenta no final do verão de 1953. O sol estava castigando o asfalto cruelmente, que parecia ter se tornado mais plano do que o normal, e alguns garotos malcriados estavam abrindo um hidrante para fazer uma fonte na rua e conseguir alguns minutos de alívio.
Era o sol fazendo efeito nele, Magnus pensou mais tarde; aquilo o encheu de desejo de ser um detetive particular. Isso e o romance de Raymond Chandler que ele tinha acabado de ler.

As Crônicas de Bane

07 - A Queda do Hotel Dumort
Julho de 1977
— O que você faz? — perguntou a mulher.
— Isso e aquilo — disse Magnus.
— Você está na moda? Parece estar.
— Não. Eu sou a moda.

As Crônicas de Bane

08 - O Que Comprar para o Caçador de Sombras que Tem Tudo
Magnus levantou com a luz dourada do meio-dia filtrada através de sua janela, seu gato dormindo em sua cabeça.
Presidente Miau às vezes expressava seu carinho desta forma lamentável. Magnus suavemente, mas com firmeza, desembaraçou o gato de seu cabelo, as pequenas garras fazendo ainda mais danos enquanto Presidente era desalojado com um longo miado triste de desconforto felino.
Em seguida, o gato pulou sobre o travesseiro, aparentemente recuperado de sua provação, e saltou da cama. Ele tocou o chão com um baque macio e correu com um grito de guerra para a tigela de comida.

As Crônicas de Bane

09- O Confronto Final do Instituto de Nova York
O confronto final do Instituto de Nova York
Cidade de Nova York, 1980
O homem estava muito perto. Ele permaneceu ao lado da caixa de correio a cerca de seis metros de distância de Magnus enquanto comia um cachorro quente do Gray’s Papaya coberto de molho picante. Quando terminou, ele amassou a embalagem manchada de molho e jogou-a no chão, na direção de Magnus. Em seguida, endireitou-se em sua jaqueta Denim e não desviou o olhar. Era o olhar que alguns animais lançam à sua presa.

As Crônicas de Bane

10 - O Rumo do Amor Verdadeiro
Magnus Bane e Alec Lightwood podem já estar apaixonados – mas primeiro eles tiveram um primeiro encontro.
Quando Magnus Bane, feiticeiro, conhece Alec Lightwood, Caçador de Sombras, eles discutem furiosamente. E o que acontece em seu primeiro encontro acende uma chama…