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domingo, 14 de agosto de 2016

Espiões da Coroa

01 - Dona Do Seu Coração
Christina Bennett conquistou a sociedade londrina.
No entanto, guardava a sete chaves o segredo de seu misterioso passado até a noite em que Lyon, marques de Lyonwood, roubou-lhe um sensual beijo. O arrogante aristocrata com paixões de pirata saboreou o fogo agachado sob o frio encanto de Christina e jurou possuí-la algum dia. Mas a desafiante Christina não ia ser conquistada facilmente. Zelosa de seus afetos e de sua fortuna resistia às sensuais carícias de Lyon. Não se atrevia a sucumbir a seu amor, porque ele deveria então descobrir também seu precioso segredo e renunciar a seu destino.

Espiões da Coroa

02 - Regência
Quando Jade aparece na porta do Marquês de Cainewood, o homem de forte vontade e poderoso torna-se protetor dela e seu maior admirador.

Espiões da Coroa

03 - O Presente
O estrangeiro que vem para reivindicar Sara Winchester como sua noiva é desconcertante, arrogante e bonito. Nathan, sabendo mais de guerra do que do amor, é completamente seduzido pela forma desafiante, mas doce de sua esposa. Sara a bordo de seu navio está determinado a conquistar seu coração, mas o amor deles será testado.

Espiões da Coroa

04 - Castelos
Inglaterra, 1819
Ele era um autêntico assassino de damas.
A ingênua jamais teve oportunidade. Nunca imaginou que a espreitavam, nunca adivinhou as verdadeiras intenções de seu admirador secreto.
Ele acreditava havê-la ganhado com amabilidade e sentia orgulho daquela vantagem. Podia ter sido cruel. Não foi. A devastadora necessidade que ardia em seu interior exigia imediata satisfação, e embora as imagens eróticas da tortura o excitassem de uma maneira febril, negou-se a se submeter aos primitivos impulsos. Afinal, era um homem, não um animal. Procurava uma gratificação pessoal, e essa prostituta merecia morrer, apesar de que, naquela situação, mostrava-se compassivo. Foi muito
amável, compreensível. E afinal, ela morreu com um sorriso. Deliberadamente, ele a tomou de surpresa no momento exato, de modo que só chegou a ver o horror, um décimo de segundo em seus olhos castanhos indefesos, antes que tudo terminasse. E então acalmou-a com um cantarolar suave, como qualquer bom amo teria feito com seu mascote ferido. Enquanto a estrangulava, a fez escutar o som de sua compaixão. Não parou de cantarolar sua canção condolente enquanto terminava seu crime, até que soube que ela já não poderia escutá-lo.