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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Trilogia Incarnate

01 - Almanova
Ana é uma almanova. Por milhares de anos, em Range, as almas reencarnaram em processo contínuo, evolutivo, conservando as memórias e experiência de vidas passadas.
Quando Ana nasceu, porém, outra alma desapareceu, e isso se tornou um mistério..
SEM-ALMA
A própria mãe acredita que Ana é uma sem-alma, um presságio de que o pior está por vir, por isso, decidiu afastála do convívio social. Para escapar da reclusão e descobrir se reencarnará. Ana partirá em uma jornada até a cidade de Heart.
Contudo, os moradores temem sua presença e o que ela significa. Quando dragões e sílfides atacam a cidade, poderá Ana ser responsabilizada pelo infortúnio?

Trilogia Incarnate

02 - Almanegra
MINHA VIDA ERA um erro.
Desde que me entendia por gente, sempre quisera saber o porquê de eu ter nascido. Por que,
após cinco mil anos com as mesmas almas reencarnando, a minha escorregara por entre as frestas da
existência, sobrecarregando os cidadãos de Heart com o peso de tamanha novidade.
Ninguém sabia me dizer como isso havia acontecido, não até a noite em que eu entrara
inadvertidamente no templo sem portas, prendendo-me lá dentro com uma entidade chamada
Janan.

Trilogia Incarnate

03 - Infinita

MINHA MORTE NÃO seria um recomeço.
Por milhares de anos, a morte em Range significou outro renascimento. Outra vida. Até que alguém morreu na noite em que o templo escureceu, e eu nasci no lugar dessa pessoa.
Uma sem-alma. Uma almanova. Uma alma rejeitada.
Eu era um mistério que todos buscavam controlar, uma criatura assustadora que havia obrigado o
mundo a reconsiderar tudo o que sabia sobre a vida e a morte e o que acontecia em seguida. Mas era a única. Um mistério a ser desesperadamente ignorado, um erro que jamais se repetiria.
Até que meu pai planejou um segundo Escurecimento do Templo e, para dezenas de almas antigas, isso representou a morte definitiva. Violenta. Apavorante. Irreversível.
No ano que se seguiu, outras almasnovas nasceram, e o mundo lamentou com mais veemência ainda a perda das almasnegras, sem se dar conta da verdade sinistra a respeito da reencarnação.
Todos achavam que renascer era algo natural, quando a verdade era exatamente o oposto: enquanto
as almas antigas viviam, morriam e renasciam, milhões de almasnovas eram consumidas pela ntidade
responsável por essas reencarnações.