03 - Senhor dos Wolfyn - Jessica Andersen
Como um dos Wolfyn (uma lendária criatura lobo que seduzia mulheres) Dayn acasalava para ganhar força. Mas como um homem, ele ansiava pelo escaldante toque de Reda Weston, o único que o aquecia. Com pouco tempo restando, Dayn tinha que optar por abraçar o seu lobo para conseguir salvar o seu reino... ou lutar contra uma besta covarde para salvar sua mulher. Calor suave contra seus lábios. Calor de seda em sua língua. Especiarias e flores. Curvas. As sensações disparavam através de Dayn. Foi-se qualquer indício de reserva ou controle. Rosnando baixo em sua garganta, ele cravou as costas de Reda contra a árvore até que seus corpos estavam alinhados, tocando-se do joelho até o peito. Ele manteve as mãos em seu rosto, disposto a deixá-las ficarem ali juntamente com os últimos fios de seu controle, sabendo que se ele a tocasse (se realmente a tocasse) estaria verdadeiramente perdido.
Haviam se passado duas décadas desde que ele havia sustentado uma mulher nos braços por qualquer outro motivo senão a necessidade. Mas agora, com suas línguas se tocando e deslizando uma contra a outra, conforme seu corpo sentia-se apertado, tenso e duro, ele sentia que não estava apenas beijando uma mulher. Estava beijando um sonho que não tinha conhecimento de já ter tido.
Como um dos Wolfyn (uma lendária criatura lobo que seduzia mulheres) Dayn acasalava para ganhar força. Mas como um homem, ele ansiava pelo escaldante toque de Reda Weston, o único que o aquecia. Com pouco tempo restando, Dayn tinha que optar por abraçar o seu lobo para conseguir salvar o seu reino... ou lutar contra uma besta covarde para salvar sua mulher. Calor suave contra seus lábios. Calor de seda em sua língua. Especiarias e flores. Curvas. As sensações disparavam através de Dayn. Foi-se qualquer indício de reserva ou controle. Rosnando baixo em sua garganta, ele cravou as costas de Reda contra a árvore até que seus corpos estavam alinhados, tocando-se do joelho até o peito. Ele manteve as mãos em seu rosto, disposto a deixá-las ficarem ali juntamente com os últimos fios de seu controle, sabendo que se ele a tocasse (se realmente a tocasse) estaria verdadeiramente perdido.
Haviam se passado duas décadas desde que ele havia sustentado uma mulher nos braços por qualquer outro motivo senão a necessidade. Mas agora, com suas línguas se tocando e deslizando uma contra a outra, conforme seu corpo sentia-se apertado, tenso e duro, ele sentia que não estava apenas beijando uma mulher. Estava beijando um sonho que não tinha conhecimento de já ter tido.

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