09 - Marcante - Kathleen O'Reilly
– Jamie… – começou ele.
– Sim.
– Jamie… – Andrew tentou mais uma vez. Tudo o que desejava era tocá-la, explorá-la. Andrew a puxou para seu colo. Ele sentia uma tremenda necessidade de beijar aquela boca arqueada, e assim o fez.
Os lábios dela eram macios, complacentes, abertos a ele, então a língua de Andrew adentrou. Jamie se ajeitou no colo dele, se aproximando, seus quadris provocando o membro, até ele estar pronto para implorar por misericórdia. A mão de Andrew voou para os botões da blusa dela, abrindo um, arrebentando dois, e expondo um sutiã de algodão maravilhosamente adequado.
– Nós não devemos – murmurou Jamie com uma voz que só serviu para estimulá-lo, e então suspirou ao encontro do pescoço dele, deixando beijos quentes ali, a língua brincando em sua orelha.
– Devemos, sim – respondeu Andrew.
A mão dele correu para o fecho do sutiã, e ele o abriu na primeira tentativa.
Ele afastou o tecido branco de algodão, expondo um mamilo atrevido, rosado. Andrew o tomou na boca, sugando, provando, se banqueteando. Jamie gemeu de novo, jogando a cabeça para trás, expondo o pescoço pálido e macio que tinha dado início a tudo aquilo.
Sua ereção pulsava contra ela.
Andrew queria tocar a pele. Precisava tocar.
– Jamie… – começou ele.
– Sim.
– Jamie… – Andrew tentou mais uma vez. Tudo o que desejava era tocá-la, explorá-la. Andrew a puxou para seu colo. Ele sentia uma tremenda necessidade de beijar aquela boca arqueada, e assim o fez.
Os lábios dela eram macios, complacentes, abertos a ele, então a língua de Andrew adentrou. Jamie se ajeitou no colo dele, se aproximando, seus quadris provocando o membro, até ele estar pronto para implorar por misericórdia. A mão de Andrew voou para os botões da blusa dela, abrindo um, arrebentando dois, e expondo um sutiã de algodão maravilhosamente adequado.
– Nós não devemos – murmurou Jamie com uma voz que só serviu para estimulá-lo, e então suspirou ao encontro do pescoço dele, deixando beijos quentes ali, a língua brincando em sua orelha.
– Devemos, sim – respondeu Andrew.
A mão dele correu para o fecho do sutiã, e ele o abriu na primeira tentativa.
Ele afastou o tecido branco de algodão, expondo um mamilo atrevido, rosado. Andrew o tomou na boca, sugando, provando, se banqueteando. Jamie gemeu de novo, jogando a cabeça para trás, expondo o pescoço pálido e macio que tinha dado início a tudo aquilo.
Sua ereção pulsava contra ela.
Andrew queria tocar a pele. Precisava tocar.

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