Seiva de Desejo
De volta à cama de seu marido!
Houve um tempo em que Sophy e George Savas tinham um casamento feliz... Porém, Sophy
acordou um dia e percebeu que sua abençoada união era uma farsa. Abandonou a vida que levava e
jamais se arrependeu... até o dia em que descobriu que seu marido fora seriamente ferido. Então,
sentiu que algo muito intenso a deixou abalada... Apesar de teimoso e orgulhoso, George queria a
ajuda de Sophy. Ele sabia que ela não viria por conta própria. Por isso, a contratou para ser sua
esposa por todo o tempo que ele precisasse! Mas brincar de família feliz poderia ser perigoso, e
logo George percebeu que sua necessidade por Sophy era profunda e forte...
Casados no papel, mas ele nunca disse “Eu te amo”.
George prendeu a respiração.
Pela primeira vez em quase quatro anos, ele e Sophy, sua esposa, encontravam-se cara a cara. Esposa?
Pois, sim. Eles podiam ter feito um juramento diante do juiz em um cartório de Nova York.
Podiam ter um documento declarando-os marido e mulher.
Mas isso jamais representara mais do que um simples pedaço de papel.
Não para Sophy. Não para nenhum deles, disse a si mesmo, sentindo uma estranha dor.
Resistiu bravamente. Não queria se importar. Mais do que isso, não queria sentir.
A última coisa que desejava naquele momento era ter que lidar com Sophy.
De volta à cama de seu marido!
Houve um tempo em que Sophy e George Savas tinham um casamento feliz... Porém, Sophy
acordou um dia e percebeu que sua abençoada união era uma farsa. Abandonou a vida que levava e
jamais se arrependeu... até o dia em que descobriu que seu marido fora seriamente ferido. Então,
sentiu que algo muito intenso a deixou abalada... Apesar de teimoso e orgulhoso, George queria a
ajuda de Sophy. Ele sabia que ela não viria por conta própria. Por isso, a contratou para ser sua
esposa por todo o tempo que ele precisasse! Mas brincar de família feliz poderia ser perigoso, e
logo George percebeu que sua necessidade por Sophy era profunda e forte...
Casados no papel, mas ele nunca disse “Eu te amo”.
George prendeu a respiração.
Pela primeira vez em quase quatro anos, ele e Sophy, sua esposa, encontravam-se cara a cara. Esposa?
Pois, sim. Eles podiam ter feito um juramento diante do juiz em um cartório de Nova York.
Podiam ter um documento declarando-os marido e mulher.
Mas isso jamais representara mais do que um simples pedaço de papel.
Não para Sophy. Não para nenhum deles, disse a si mesmo, sentindo uma estranha dor.
Resistiu bravamente. Não queria se importar. Mais do que isso, não queria sentir.
A última coisa que desejava naquele momento era ter que lidar com Sophy.

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